Boas Práticas




O que é o Banco de Boas Práticas?
O Banco de Boas Práticas do Tribunal de Justiça de Alagoas foi instituído por meio da Portaria 702, de 10 de abril de 2014. O objetivo do “Banco de Boas Práticas” é incentivar a troca de experiências entre as diversas unidades do Poder Judiciário de Alagoas, a disseminação de boas práticas, a melhoria dos serviços prestados, além de motivar e valorizar os magistrados e servidores.

O que são boas práticas?
São consideradas boas práticas atividades, ações ou experiências que contribuam para aprimorar os processos de trabalho, a agilidade da prestação jurisdicional, a satisfação do público alvo, o alcance das metas estratégicas, as práticas sociais, as práticas ambientais, a otimização de despesas e outros aspectos significativos aos serviços.

Como inscrever uma prática?
As práticas deverão ser inscritas e enviadas via INTRAJUS para a Comissão Avaliadora do “Banco de Boas Práticas”, conforme formulário específico (Anexo I da Portaria 702, de 10 de abril de 2014). A inscrição deverá ser formalizada exclusivamente pelos responsáveis das respectivas unidades jurisdicionais ou administrativas. As práticas aprovadas pela Comissão Avaliadora e o nome dos seus respectivos autores serão publicadas no endereço www.tjal.jus.br, Gestão Estratégica – Boas Práticas, e em outros meios de comunicação.


Documentos

Portaria 702, de 10/04/2014
Anexo I - Formulário de Inscrição
Anexo II - Avaliação da Prática


Práticas Aprovadas

  • Aplicativo para Smartphones Easy Audiência - Adelino Ângelo da Silva
  • Planejamento Operacional Vara Única da Comarca de Cacimbinhas (Triênio 2012/2014) - Dr. Edivaldo Landeosi
  • Intimando a Defensoria Pública - Karina Nakai de Carvalho Barros
  • Trâmite prioritário de processos julgados - Dr. Kleber Borba Rocha
  • Monitoramento semanal dos processos em andamento sem movimentação há mais de cem dias - Cleonice Aparecida Silveira Carvalho
  • Método prático para evitar que os processos de investigação de paternidade fiquem suspensos, tendo em vista a necessidade de realização do exame de DNA - Dr. André Gêda Peixoto Melo
  • Custas judiciais realizadas pela própria serventia - Marlyane Vanderlei Santos de Almeida
  • Arquivamento provisório de processos sem pendências relevantes - Marlyane Vanderlei Santos de Almeida
  • Intimações sem papel - Marlyane Vanderlei Santos de Almeida
  • Cadastro de partes com o objetivo de proporcionar celeridade e descongestionamento processual forense, bem como reduzir significativamente o número de impressões pelas unidades judiciárias - Emy Doriane Pedroza Souza Peixoto
  • Proferimento de sentença oral, em audiência, através de equipamento audiovisual – Dr. Ygor Vieira de Figueirêdo
  • Otimização na condução de processos de inventário – Dr. André Gêda Peixoto Melo
  • Otimização procedimento de inventário – possibilidade de sentença homologatória com existência de débito tributário - Dr. André Gêda Peixoto Melo
  • Semana do arquivamento de processos - Dr. José Miranda Santos Júnior
  • Correição Cartorária Trimestral – Isabela Calumby Rodrigues
  • Eficiência cartorária na gestão processual através do controle diário da fila “ag. análise de cartório” – Bianka Fernanda Duarte Lessa Ferreira dos Santos
  • Intimação objetiva por ato ordinatório – Kylma Macêdo de Carvalho Souto
  • Intimação dos autuados em Termos Circunstanciados de Ocorrência pela própria Autoridade Policial – Dr. Helestron Silva da Costa


  • Práticas Detalhadas

  • Vara do Único Ofício da Comarca de Cacimbinhas
  • 18ª Vara Cível da Capital
  • Otimização procedimento de inventário – possibilidade de sentença homologatória com existência de débito tributário